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Dia Internacional da Mulher

08 março 2019

Aloha meus queridos!!

Hoje, dia 08/03 é comemorado o dia Internacional da Mulher e para comemorar essa data, que tal algumas dicas com protagonistas fortes e inspiradoras?



1) Eu sou Malala - Christina Lamb e Malala Yousafzai

Eu sou Malala é a história de uma família exilada pelo terrorismo global, da luta pelo direito à educação feminina e dos obstáculos à valorização da mulher em uma sociedade que valoriza filhos homens. 

O livro acompanha a infância da garota no Paquistão, os primeiros anos de vida escolar, as asperezas da vida numa região marcada pela desigualdade social, as belezas do deserto e as trevas da vida sob o Talibã. 

Escrito em parceria com a jornalista britânica Christina Lamb, este livro é uma janela para a singularidade poderosa de uma menina cheia de brio e talento, mas também para um universo religioso e cultural cheio de interdições e particularidades, muitas vezes, incompreendido pelo Ocidente.

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2) Dezembros Selvagens - Edna O Brien

A chegada de um trator e de seu enigmático proprietário precipitam uma cadeia de eventos em uma comunidade irlandesa isolada. 

Joseph Brennan, que dominava a montanha, vê em Michael Bugler, o exilado que regressa, uma ameaça. Para Breege, a irmã de Joseph, Bugler é um estranho irresistível a cujo magnetismo ela não deve sucumbir por medo de trair seu irmão. 

"Uma história de amor e ódio, Dezembros Selvagens explora a profundeza e a escuridão que estão na base de toda posse.


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3) A arte de pedir - Amanda Palmer

Cantora e compositora, ícone indie, feminista, mulher de Neil Gaiman, agitadora e mobilizadora de multidões online: Amanda Palmer é um retrato perfeito da boa conexão entre o artista e seu público.

Após desligar-se de sua gravadora, Amanda recorreu ao então recém-lançado Kickstarter, site de financiamento coletivo, para conclamar os fãs a colaborar financeiramente para a produção do próximo álbum de sua banda. O projeto arrecadou mais de 1 milhão de dólares, recorde que chamou atenção tanto da imprensa como da indústria fonográfica. Desse episódio surgiu o convite para uma celebrada palestra nos TED Talks. O tema: saber pedir.

Desdobramento inevitável da palestra homônima, o livro A arte de pedir trata essencialmente de recorrer ao outro, sem temor, sem vergonha e sem reservas. Por que não pedimos ajuda, dinheiro, amor, com a mesma naturalidade com que pedimos uma cadeira vazia num restaurante ou uma caneta, na rua, para fazer uma anotação? Pedir é digno e necessário, e é a conexão entre quem dá e quem recebe que enriquece a vida humana, defende Amanda. Longe de ser um manual sobre como pedir, o livro é uma provocação bem-vinda e urgente, que incita o leitor a superar seus medos e admitir o valor de precisar e doar ajuda, sempre.

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4) Amor até debaixo d´água - Torre DeRoche

A HISTÓRIA REAL DE UM CASAL APAIXONADO E SUA VIAGEM DE BARCO PELOS LUGARES MAIS EXÓTICOS DO PLANETA 

Torre DeRoche é uma mulher urbana e independente e está muito bem sozinha. Mas, quando conhece um belo argentino em um bar em San Francisco, se sente imediatamente atraída e acaba se apaixonando. Só há um problema: em breve ele vai partir numa viagem de barco ao redor do mundo, e Torre tem pavor do mar. Agora ela precisa tomar uma difícil decisão: ver o amor de sua vida ir embora sozinho para sempre ou se juntar a ele nessa jornada emocionante. 

Determinada a ficar com o homem dos seus sonhos, ela abre mão de sua agitada vida na cidade, encara o medo da água e embarca com ele em uma viagem de um ano pelo mar. E, no meio do oceano Pacífico, ela terá de lutar para salvar um barco velho, esse novo amor e a própria sanidade. Tendo como cenário algumas das ilhas mais remotas e belas do planeta, Amor até debaixo d água é ao mesmo tempo um livro de memórias, um diário de viagem e uma história de amor. Divertida, emocionante e corajosa, esta obra vai provar que existem riscos que vale a pena correr. 

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5) As boas mulheres da China - Xinran

Entre 1989 e 1997, a jornalista Xinran entrevistou mulheres de diferentes idades e condições sociais, a fim de compreender a condição feminina na China moderna. Seu programa de rádio, Palavras na brisa noturna, discutia questões sobre as quais poucos ousavam falar, como vida íntima, violência familiar, opressão e homossexualismo. 

De forma cautelosa e paciente, Xinran colheu inúmeros relatos de mulheres em que predomina a memória da humilhação e do abandono: estupros, casamentos forçados, desilusões amorosas, miséria e preconceito. São histórias como as de Hongxue, que descobriu o afeto ao ser acariciada não por mãos humanas, mas pelas patas de uma mosca; de Hua'er, violentada em nome da "reeducação" promovida pela Revolução Cultural; da catadora de lixo que impôs a si mesma um ostracismo voluntário para não envergonhar o filho, um político bem-sucedido; ou ainda a de uma menina que perdeu a razão em conseqüência de uma humilhação intensa. 

Quando Xinran começou suas entrevistas, o peso de tradições antigas e as décadas de totalitarismo político e repressão sexual tornavam muito difícil o acesso à intimidade da mulher chinesa. Desde 1949, a mídia chinesa funcionava como porta-voz do regime comunista. Rádio, televisão e jornais estatais eram a única fonte de informação, e a comunicação com pessoas no exterior era rara. Em 1983, o presidente Deng Xiao Ping iniciou um lento processo de abertura da China. Alguns jornalistas começaram a promover mudanças sutis na maneira como apresentavam as notícias. 

O programa apresentado por Xinran era um dos poucos espaços em que as pessoas podiam desabafar e falar de seus problemas pessoais. Nos relatos do livro, a autora possibilita a vozes antes silenciadas revelar provações, medos e uma capacidade de resistência que as permitiu se reerguer e sonhar em meio ao sofrimento extremo. Em condições extremas de vida, como a dos campos de reeducação da Revolução Cultural, afloram sentimentos de maternidade, compaixão e amor.

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6) Minha vida na estrada - Gloria Steinem

Escritora, ativista, organizadora e líder inspiradora, Gloria Steinem narra um relato sincero da sua vida como viajante Minha vida na estrada é a história emocionante e profunda sobre o crescimento de Gloria e também de um movimento revolucionário em busca de igualdade ― e como encontros surpreendentes na estrada ajudaram a moldar ambos.

Da primeira experiência de ativismo social entre as mulheres na Índia ao trabalho como jornalista na década de 1960; do turbilhão de campanhas políticas à fundação da revista Ms.;

Da histórica Conferência Nacional da Mulher de 1977 às viagens aos territórios indígenas ―, uma vida passada na estrada permitiu a Gloria ouvir e conectar-se profundamente com as pessoas, entender que contexto é tudo e fazer parte de um movimento que mudaria o mundo..

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7) Como ser Solteira - Liz Tuccillo

O livro que inspirou o filme de mesmo nome, agora com nova capa e novo preço! Julie Jenson tem 38 anos, é assessora de imprensa em Nova York e solteira ― há quase seis anos. Em uma fria manhã de outubro em Nova York, ela recebe um telefonema histérico da amiga Georgia, cujo marido decidiu trocá-la por uma brasileira professora de samba. Georgia então convence uma relutante Julie a convidar suas amigas solteiras para uma noite só de meninas. Afinal, as solteiras se divertem muito mais, não é mesmo? 

Bem... não nessa noite. Muitos martínis depois, elas acabam em um hospital e Julie percebe que, definitivamente, não estão se divertindo tanto assim: Alice, defensora pública, pediu demissão para se dedicar a encontros em tempo integral; Serena está tão preocupada em se encontrar espiritualmente que não tem tempo para procurar sua alma gêmea; e Ruby, bonita e emotiva, está há meses sofrendo pela morte de seu gato. Então, cansada das dificuldades e decepções da vida de solteira em Manhattan, Julie decide pedir demissão e sair pelo mundo para entender como as mulheres ao redor do globo lidam com esse complexo fenômeno da solteirice. 

De Paris ao Rio de Janeiro, de Sydney a Bali, passando por Roma, Pequim, Mumbai e Reykjavík, Julie se apaixona, fica com o coração partido, viaja pelo mundo e aprende muito mais do que poderia imaginar. Enquanto isso, em Nova York, suas amigas lidam com os próprios problemas: desastrosos encontros às escuras, compromissos sem amor, batalhas por custódia e dilemas de ser mãe solteira. Uma jornada na qual lutam para redefinir sua visão sobre amor, felicidade e sobre como se sentir completa. Um livro para fazer rir e chorar. Como a vida.

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8) Americanah - Chimamanda Ngozi Adichie

Lagos, anos 1990. Enquanto Ifemelu e Obinze vivem o idílio do primeiro amor, a Nigéria enfrenta tempos sombrios sob um governo militar. Em busca de alternativas às universidades nacionais, paralisadas por sucessivas greves, a jovem Ifemelu muda-se para os Estados Unidos. 

Ao mesmo tempo que se destaca no meio acadêmico, ela depara pela primeira vez com a questão racial e com as agruras da vida de imigrante, mulher e negra. 

Quinze anos mais tarde, Ifemelu é uma blogueira aclamada nos Estados Unidos, mas o tempo e o sucesso não atenuaram o apego à sua terra natal, tampouco anularam sua ligação com Obinze. Quando ela volta para a Nigéria, terá de encontrar seu lugar num país muito diferente do que deixou e na vida de seu companheiro de adolescência. 


Principal autora nigeriana de sua geração e uma das mais destacadas da cena literária internacional, Chimamanda Ngozi Adichie parte de uma história de amor para debater questões prementes e universais como imigração, preconceito racial e desigualdade de gênero. Bem-humorado, sagaz e implacável, Americanah é, além de seu romance mais arrebatador, um épico contemporâneo.

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9) O diário de Frida Khalo - Frida Khalo

Frida Kahlo (1907-1954) teve uma vida permeada por sofrimentos ― físicos e emocionais ―, que foi fortemente retratada em sua arte. 

Seu diário, que revela a intimidade da pintora mexicana, é um sucesso no mundo e foi publicado pela José Olympio em 1994, mas retorna ao mercado depois de muitos anos fora de catálogo. 

Traduzido por Mário Pontes, e com apresentação do crítico de arte Frederico de Moraes, o Diário reúne desenhos coloridos, pensamentos e confissões. 

Autora de quadros que bateram recordes em leilões e são destaque nos maiores museus do mundo, Frida Kahlo é tema de filmes, peças, nome de lojas, e tornou-se um ícone da cultura pop.

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10) A garota que você deixou para trás - Jojo Moyes

Durante a Primeira Guerra Mundial, o jovem pintor francês Édouard Lefèvre é obrigado a se separar de sua esposa, Sophie, para lutar no front. Vivendo com os irmãos e os sobrinhos em sua pequena cidade natal, agora ocupada pelos soldados alemães, Sophie apega-se às lembranças do marido admirando um retrato seu pintado por Édouard. Quando o quadro chama a atenção do novo comandante alemão, Sophie arrisca tudo — a família, a reputação e a vida — na esperança de rever Édouard, agora prisioneiro de guerra.

Quase um século depois, na Londres dos anos 2000, a jovem viúva Liv Halston mora sozinha numa moderna casa com paredes de vidro. Ocupando lugar de destaque, um retrato de uma bela jovem, presente do seu marido pouco antes de sua morte prematura, a mantém ligada ao passado. Quando Liv finalmente parece disposta a voltar à vida, um encontro inesperado vai revelar o verdadeiro valor daquela pintura e sua tumultuada trajetória. Ao mergulhar na história da garota do quadro, Liv vê, mais uma vez, sua própria vida virar de cabeça para baixo. 

Tecido com habilidade, A garota que você deixou para trás alterna momentos tristes e alegres, sem descuidar dos meandros das grandes histórias de amor e da delicadeza dos finais felizes.

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